Suco Vilma com risole

Chega até mim uma vasilha de plástico não-vazia; Contém risoles quentinhos já abatidos e prontos para consumo. Fico alegre, é hora da janta.

Mas ainda não tenho certeza sobre a pronúncia correta. Rissole ou rizole?

Sinto sede. Vou pegar uma garrafa de 2 litros de guaraná Kuat meio cheia de suco, quando avisado antes por amigos invisíveis que falam-me diretamente de dentro do cérebro evito ter o nariz quebrado pela porta que é aberta velozmente e impiedosamente.

É ela, bela como só e como já advinhara meus pensamentos trazia em mãos o continente cobiçado sequiosamente por corpo e mente.

No copo de medidas agora há 300 ml de suco Vilma que não sei se é realmente por não ter certeza de como é feito algo sem ter visto o preparo e por existirem possibilidades remotas de outras mil coisas que fogem de meu conhecimento.

300 ml de suco = 250g de açúcar = menos de 200g de farinha = mais de 250g de arroz = mais de 200g de semolina = mais de 250g de chocolate em pó = 1/2 xícara.

Agora escrevo enquanto o líquido esquenta e o sólido esfria.

Isso é sobre coisas pseudo-desimportantes que acontecem.

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